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PROSECCO DOC EXTRA DRY BIANCO ALBA LUNA VENETO

PROSECCO DOC EXTRA DRY BIANCO ALBA LUNA VENETO

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Notas de prova: este Prosecco DOC Extra Seco Alba Luna (12 a 17 g/L de açúcar residual na garrafa) é um Prosecco apresenta uma cor amarelo-palha com ligeiros reflexos esverdeados. É um vinho intenso, agradável, equilibrado, com notas frutadas e um final elegante e persistente. É ideal como aperitivo e harmoniza elegantemente com risotos leves e carnes brancas.

Deve ser servido entre 6.º e 8º.

Proveniência: Treviso, região do Veneto

Castas: 100% Glera (prosecco)

Grau alcoólico: 11%

O Prosecco

O Prosecco só pode ser produzido no nordeste de Itália, especificamente nas regiões de Veneto e Friuli-Venezia Giulia. A principal casta utilizada na vinificação é a Glera, presente numa percentagem não inferior a 85%. Os restantes 15% podem ser provenientes de 4 castas autóctones, Verdiso, Bianchetta Trevigiana, Perera e Glera lunga, e de 4 castas internacionais, Pinot Bianco, Pinot Grigio, Pinot Nero e Chardonnay.

Consoante o processo produtivo, o Prosecco pode ser Tranquilo, Frizzante e Spumante. Esta última versão é a mais difundida representando cerca de 90% de toda a produção de Prosecco. A pressão na garrafa deve ser superior a 3 vezes a pressão atmosférica normal ao nível do mar, favorecendo uma bolha persistente e cremosa. No final da primeira fermentação, o vinho sofre uma segunda fermentação, dada pela adição de leveduras selecionadas e açúcar, que permite a formação de dióxido de carbono e aumenta ligeiramente o teor alcoólico. A segunda fermentação ocorre na maioria dos casos em autoclave (tanque de aço inoxidável pressurizado), seguindo o método de Martinotti ou Charmat. No final da segunda fermentação em autoclave, o vinho é filtrado e engarrafado a temperatura e pressão controladas. Este processo tecnologicamente avançado permite a criação de vinhos limpos, frescos e frutados. A segunda fermentação pode ocorrer na garrafa, seguindo o método tradicional Sui Lieviti ou o método Clássico, também conhecido como Champenoise. No primeiro caso, pode-se obter uma turbidez devido ao depósito das leveduras no fundo da garrafa, enquanto que no segundo caso as leveduras são removidas com a técnica clássica de Sboccatura ou dégorgement.

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